Tudo sobre molusco contagioso

Você já ouviu falar em molusco contagioso? Bom, pode ser importante ficar por dentro desta doença, pois ela é muito comum. Trata-se de uma infecção viral que se manifesta por meio de nódulos na pele, que são muito facilmente confundidos com verrugas comuns.

Ela aparece muito em crianças, principalmente se elas frequentam creches e piscinas coletivas, pois a proliferação do vírus é facilitada nesses ambientes. Mas isso não significa que os adultos não estão suscetíveis ao problema, pelo contrário, o molusco contagioso também é uma doença sexualmente transmissível e seus sintomas se manifestam na região genital.

O que causa o molusco contagioso?

Segundo Kaliandra Cainelli, dermatologista no Rio de Janeiro, “O vírus que causa a doença é da família dos poxvírus, um dos maiores de que se tem conhecimento. Com um total de 4 subtipos, é preciso estar atento aos dois primeiros, já que o subtipo 1 é o mais comum, e o 2 é o responsável pela transmissão sexual”.

Pessoas com o sistema imunológico mais fraco têm uma tendência maior a se contaminar, bem como crianças. A principal forma de contágio é o compartilhamento e contato direto com objetos infectados, além das relações sexuais sem preservativo.

Quais são os sintomas do molusco contagioso?

Se aparecerem lesões esféricas, rosadas, brilhantes e que não apresentam nenhuma dor, fique atento, pois esse é o principal sintoma da doença. Chamadas de pápulas, estas lesões também podem assumir a forma de linha, caso o paciente tenha coçado ou mexido diretamente no local.

Vale lembrar que, mesmo com a coceira e irritação que são normais, é preciso evitar qualquer tipo de atrito nas áreas afetadas, já que o vírus pode se espalhar para as demais partes do corpo.

Nas crianças, elas costumam aparecer com maior frequência no tronco. Já nos adultos, as regiões mais afetadas são as genitálias, a parte interna das coxas e o abdômen.

Tratamento para o molusco contagioso

”Em pacientes normais e com uma produção normal de anticorpos, o molusco contagioso geralmente desaparece sozinho, mas é um processo que demora meses e até anos, por isso é importante procurar logo um dermatologista ao invés de apenas esperar. Contudo, existem alguns tratamentos disponíveis e eficazes, como a curetagem, a cauterização química, a crioterapia e medicamentos tópicos”, finaliza a Dra. Kaliandra.

Filho da Tania, estudante de Publicidade e Propaganda, ator e apaixonado por assuntos ligados à saúde e bem-estar. Divide seu tempo entre a faculdade, estágio e às publicações do blog.

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