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Aécio esta com 2 anos e meio e, como acontece muito, o “terrible twos” começou antes mesmos dos “twos”.

E o que danado é isso? Bom, segundo o site Babycenter:

Chiliques e acessos de raiva são como chuva de verão — repentina e, às vezes, violenta. Num minuto você e seu filho estão jantando tranquilamente, e no seguinte ele está chorando, esperneando e gritando porque o canudo do suco não é da cor que ele queria. Crianças entre 1 e 3 anos são especialmente propensas a ter esses “ataques”.

Não há por que achar que você está criando um pequeno tirano — nessa idade, é pouco provável que seu filho esteja tentando ser manipulador. Provavelmente ele está tendo um “surto” por causa de uma frustração, que ele não consegue expressar bem com palavras, porque ainda é muito novinho.

Não tem jeito, toda criança acaba passando por essa fase e nós temos que, como sempre, ter muuuita paciência e aprender alguns truques para lidar com isso:

Não perca a calma

Conte até 10 e respire fundo. Não adianta gritar! O máximo que você pode fazer é esperar.  Saia de perto (se puder) e deixe ele “sozinho”, ao ver que não tem ninguém e o “show” não está surtindo efeito, provavelmente, ele vai parar.

Alguns especialistas dizem que você deve abraçar e acalentar a criança, outros dizer que o melhor é ignorar. Você só vai saber, na verdade, testando.

Em um lugar público, pode ser necessário que você se retire do ambiente com seu filho até ele se acalmar.

O importante é não ceder aos chiliques e, quando ele se acalmar, converse sobre o que aconteceu. Faça-o entender que ele não precisa agir dessa forma e que se ele usar palavras para se expressar, vai conseguir o que quer.

Diga, por exemplo, com um sorriso: “Desculpe por não ter entendido. Agora que você não está mais gritando, consigo saber o que você quer”.

Evite situações que favoreçam os ataques de birra

Tente evitar situações que possam levar seu filho a dar um chilique.

Se você já sabe que ele fica mal-humorado quando está com fome, sempre leve pequenos lanches na bolsa. Se ele fica estressado quando está com sono, tente sair só depois que ele tirar uma soneca.

Avise quando vocês estiverem prestes a fazer alguma coisa, para que ele possa se preparar.

Nessa fase, seu filho também está se tornando mais independente, então lhe dê a chance de fazer escolhas sempre que for possível. Até porque receber ordens o tempo todo é muito chato, né?

Perguntar o que ela quer comer ao invés de mandá-la comer algo, dá à criança uma sensação de controle da situação.

Se atente a frequência que você diz “não” para ela! Se isso for rotina, você pode estar criando um estresse desnecessário para vocês dois. Tente relaxar um pouco. Pense bem antes de entrar num impasse.

Será que realmente vai atrapalhar muito ficar mais cinco minutos no parquinho? E será que alguém realmente se importa se seu filho quiser usar meias de cores diferentes?

Fique de olho em sinais de estresse

Embora ataques e chiliques diários sejam normais quando a criança tem entre 1 e 3 anos, você precisa ficar de olho em possíveis problemas. Pense se houve algum problema sério na família, uma fase de muita correria na vida de todos, se há tensão entre a mamãe e o papai. Tudo isso pode causar esse tipo de comportamento.

Aqui em casa, duas coisas tem funcionado:

1. Deixar de castigo tirando algo que ele gosta muito. Quando ele começa a desobedecer, ameaço deixar de castigo sem tocar bateria, por exemplo, ou sem jogar no celular.

2. A velha história do “vou contar até 3” funciona perfeitamente aqui em casa. Eu até agora n sei o que ele acha que eu vou fazer quando chegar no 3, mas sei que nunca chega. Claro, que temos que dar um desconto as vezes e contas o 2 umas 3 vezes. kkkkk

Se você achar que o caso do seu filho pode ser fora do “normal”, converse com o pediatra. Ele vai poder te dizer se é a terrível fase dos 2 ou não.

Mãe de Aécio e esposa de Renato, publicitária, especialista em Criação Visual e Multimídia, trabalha com marketing e comunicação e, além do Mãe do Ano, é responsável pelo Roteiro Baby JP, que divulga a programação infantil de João Pessoa, é presidente da Associação das Mulheres empreendedoras da Paraíba, tem uma banda de músicas infantis - a Catavento Colorido - e desenvolve atividades para crianças através da Colmeia Projetos Criativos.

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