Qmary poppins 2uem não queria ter uma babá com poderes mágicos, que conversa com os animais, arruma o quarto num estalar de dedos e elabora brincadeiras divertidas ao som de supercalifragilisticexpialidocious? (eu, eu, eu! Por favor, eu!!!!). Fala sério! Seria demais, “né não”?!?!

Eu passei a minha infância imaginando o quanto seria legal ter uma nanny tão divertida assim. Agora, imaginem a minha felicidade quando me deparei com a perfeita Mary Poppins?! (me arrepio só de lembrar das cenas!) Côsdelôco!

O filme é de 1964, mas é mais atual do que nunca! Muuuuuuuuuuuuuuito colorido e cheio de lições para as crianças (e algumas boas pitadas de reflexões obrigatórias para os adultos), o filme chega à perfeição justamente porque foge das películas “vilão-herói-felizes para sempre”. Pensando por esse prisma, Mary Poppins nãomary3 chega nem a ser filme. É algo superior: mágico, inteligente, engrandecedor e engraçadíssimo, assim como os nossos pequenos.

É um “tapa na cara” nessas mesmices que surgem aos montes nas telinhas de cinema, que insistem em levar as crianças a pensarem em nada e em coisa nenhuma. Mary Poppins é um filme doce, que leva nossa imaginação ao “infinito e além”, com o real conceito desse termo.

Nhá… poderia passar dias e dias só tecendo elogios a esse clássico (e garanto que não iriam faltar adjetivos, viu?), mas vou parar por aqui com um pedido super humilde e sincero (e nada parcial! Kkkk): apresentem esse filme aos seus filhos e deixem que eles mesmos interpretem as cenas. Vocês irão se surpreender.

Contribuição do leitor.
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