Olá, de agora em diante, além de postar a agenda semanalmente (a não ser que ocorra um grande imprevisto), vou aproveitar que também de certa forma eu participo da cena cultural voltada para o público infantil aqui em João Pessoa (pois tenho uma platéia em casa – o Ivan vale por muitos) e vou usar este espaço cedido pela Mariana para poder dar minha impressão que, claro, vai ser sob a ótica do meu pequeno, com alguns ajustes meus. Espero também ajudar a cena local divulgando o trabalho que é muitas vezes cheio de esforço e sem grande reconhecimento, dos meus queridos amigos artistas. Assim, começo este espaço falando dessa graça de espetáculo, “O Pequenino Grão de Areia”, que só indo lá mesmo pra perceber a grandeza desse pequeno. E o resto é com vocês. Obrigada pela companhia.

😉

“Um Pequenino Grão De Areia
Que Era Um Pobre Sonhador
Olhando o Céu Viu Uma Estrela
E Imaginou Coisas De Amor”

Levei meu filho de 1 ano e três meses para assistir ao Pequenino Grão de Areia, em cartaz no Edinaldo do Egypto. Foi uma experiência maravilhosa, não só por estar levando meu pequeno ao teatro, algo que ele adora, mas porque a apresentação que vimos cai como uma luva no melhor termo que possa existir de espetáculo. Lindo. Em tudo. Eu já havia visto uma montagem sobre a história dos grãos de areia, há alguns anos, também era linda. A adaptação feita pelo grupo (que não recordo o nome) é de uma delicadeza, beleza e cuidado voltada mesmo para o público infantil. E disso eu não posso dizer que entendo, mas ultimamente tenho quase que sempre levado o rebento a apreciar o Teatro nesta cidade e, diga-se de passagem, ele é sem dúvidas o melhor termômetro para tanto.

E volto a dizer: lindo. Os figurinos enchem os olhos, as músicas embalam nossos sonhos, as interpretações enchem de graça a todo instante. Estão todos de parabéns, equipe toda, principalmente porque soube que foi tudo feito na raça mesmo, sem ajuda de editais – o que me faz ainda mais fã de tudo o que vi. Não quero dizer quem é ajudado por editais não mereça o reconhecimento, mas eu bem sei o quanto é difícil fazer arte nessa vida. E só indo até lá pra saber do que estou falando.
É emocionante, engraçada, nos faz refletir e consegue entrar no imaginário infantil e adulto com muita graça. Eu recomendo demais e quero voltar, mas da próxima vez com a turma de amigos de Ivan: Miguel de tia Mari, Miguel de tia Jam, Anita, Cecília, Aécio, Ravi e Elisa (e quem mais chegar!).
**Ah, e não custa lembrar: nos fins de semana de setembro, às 17h, Teatro Ednaldo do Egypto. R$20 e R$10.

Contribuição do leitor.
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