A referência paterna faz uma diferença ímpar na vida da criança

De acordo com Valéria Ribeiro, coach familiar e especialista em psicologia e desenvolvimento humano, “hoje há estudos que comprovam que a participação do pai, desde o nascimento dos filhos, é determinante para a formação de sua identidade. O distanciamento ou rejeição paterna pode causar profundos traumas na criança, e pode levá-la, na fase adulta, a ser uma pessoa insegura e hostil”, explica.
Crianças que não tem referência paterna, vai procura-la em outras situações como o álcool, drogas ou prostituição. “A figura paterna auxilia na construção da personalidade e identidade da criança. A presença do pai não deve ser delegada ou compensada com bens materiais como brinquedos, roupas, viagens, entre outros”, pontua Valéria.
Devido à modificação da estrutura familiar moderna, a péssima relação entre pai e mãe separados atingem a criança. “No contexto da separação dos pais, a criança acaba por perder a representação masculina, além de que ela pode passar a sentir culpada pela separação, o que gera muitos traumas emocionais. Outra questão é que, por muitas vezes, ela fica no meio de uma disputa, marido e esposa, papel este diferente de mãe e pai, onde cada um quer provar que é melhor, mais “bonzinho” que o outro, falam mal e desqualificam o outro para a criança, isso gera muita insegurança e instabilidade emocional para o filho, pois ele ama a ambos”, ressalta.
Outro fator a ser considerado é que, este pai, vai ter um novo relacionamento, que também, poderá levar ao distanciamento do filho. “Neste caso procure manter o contato, busque estabelecer uma relação amigável da criança com a nova família, faça o seu filho se sentir  importante na sua vida e faça com que ele saiba e sinta que o espaço dele, seja na casa ou no coração, sempre serão preservados independente de qualquer coisa”, conclui.
A especialista ainda destaca quatro dicas aos pais:

– Desde o nascimento do filho compartilhe as tarefas com a mãe: dê banho, troque fraldas, coloque para dormir.


– Procure conhecer um pouco mais sobre crianças (lendo livros, indo a consultas com o pediatra, reuniões nas escolas, entre outros).


– Participe da rotina da criança, das atividades e brincadeiras.
– Se comunique com seu filho: faça perguntas, fale sobre seus sentimentos e sempre preste atenção no que conta.

“Estabelecer uma convivência entre pais e filhos não é fácil, exige doação de tempo e doação de si, mas é garantido que vale a pena, pois o resultado será um filho mais seguro, estável e feliz”, finaliza a coach.

Serviço: Valeria Ribeiro

Terapeuta e Coach Familiar, especializada em Terapia Familiar Sistêmica e Fundadora do Filhosofia

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