Especialista diz que postura dos homens pode melhorar o relacionamento

Desde crianças, meninas são ensinadas a cuidar da casa brincando de casinha, a criar dos filhos brincando de boneca e crescem com o estigma de que a mulher foi feita para lavar, passar e ser mãe. Com a evolução do femininismo desde a década de 50, essa realidade mudou e tem tudo para expandir com o avanço das gerações futuras. Percebemos hoje o crescimento no número de mulheres empreendedoras, por exemplo, donas da própria empresa, que dirigem, frequentam a academia, o clube e não estão mais na condição de donas de casa.

Com essa evolução natural da mulher, a educação que era passada as antigas gerações se perdeu. Para a psicóloga clínica voltada para a saúde do homem Carla Ribeiro, esse papel da mulher mudou totalmente de figura. “As mulheres que sabiam lavar, passar, fazer comida, arrumar a casa, cuidar dos filhos e manter uma ordem em seu lar eram as mais valorizadas para o casamento. Elas eram educadas para realizar as tarefas de casa e passar sua vida assim, mas hoje a mulher passou a ter seus próprios estudos e carreiras profissionais, deixando os trabalhos domésticos em segundo plano para seguir em busca dos seus objetivos”, afirma.

Segundo a profissional, isso resultou também em uma modificação em relação a figura do homem em casa, já que ele precisou se reposicionar diante da família. “O papel do homem foi repensado e, atualmente, eles já se mostram mais parceiros e atuantes na família, no que diz respeito a criação dos filhos e a divisão das tarefas domésticas rotineiras. O que importa nesse contexto é que os homens percebam a importância de compartilhar as atividades de casa, uma vez que os dois dividem o lar, ou seja, a limpeza da casa e o cuidado dos filhos deve ser de responsabilidade dos dois, juntamente”, diz ela.

Ainda que exista, por alguns, um certo preconceito com os homens realizando tarefas de casa, a maioria percebeu que essas divisões fazem com que o relacionamento melhore. Aquele estereótipo de que as mulheres cuidam da cozinha e os homens veem futebol depois do almoço de domingo deixou de existir, tomando o homem uma posição diferente em relação as experiências do passado, como os pais e avôs”. Assim, Carla ressalta que igualdade e compreensão são duas palavras chaves para desenvolver uma relação estável. “O entendimento mútuo é cada vez mais importante. Assim como os homens vão jogar futebol, hoje as mulheres também têm o direito de sair para o cinema ou um barzinho social com as amigas”, conta a especialista.

“A relação conjugal fica mais harmoniosa e até o sexo pode ficar mais intenso. Essa aproximação do homem com a mulher faz com que elas se sintam mais interessantes. Ou seja, ao entender a dupla jornada da mulher e seu cansaço natural no final das contas o casal só tem benefícios, uma vez que a relação fica mais saudável evitando, assim, possíveis conflitos e discussões”, conclui a psicóloga.

Serviço:
Carla Ribeiro
Psicóloga Clínica e Hospitalar voltada para saúde do homem
(21) 9.9908-1834
caribeiro.psi@gmail.com
http://www.facebook.com/psicologacarlaribeiroRJ

Divide o seu tempo de mãe de um casal com o blog e os projetos dele.
A rotina materna vai além de cuidar dos filhos: lê, pesquisa, analisa, filtra, inventa as melhores maneiras de tornar a vida de mãe mais leve, sem neuras e com muito bom humor!

Leave a Reply

Your email address will not be published. Required fields are marked *

Comment *