Quando somos crianças, as pessoas nos contam várias histórias. A gente cresce com sonhos, fantasias, contos de fadas, castelos, príncipes, princesas, sapos… e vilões. E se a nossa mente não amadurecer, vamos continuar agindo como se cada pessoa e situação precisasse de um rótulo. O bom, o ruim, o certo, o errado, o verdadeiro, o mentiroso.

Contos de fadas são muito importantes para desenvolver o lado lúdico e criativo das crianças. São neles que as crianças viajam para lugares intensos e instigam sua imaginação! No entanto, ao se criar o estereótipo de princesa/príncipe loira(o), alta(o), branca(o), de olhos claros e magra(o) e/ou musculosa(o), é roubada a esperança de toda criança que não é assim de também se sentir parte do mundo mágico do conto de fadas – e principalmente, de também sentir que poderá ter seu final feliz.

As crianças nascem sem preconceitos, quem os coloca nas cabeças dos pequenos são, em sua maioria, os adultos com quem eles convivem e a sociedade que vivemos. Por isso tem sido tão importante a representatividade de pessoas diferentes nas histórias, desenhos animados, filmes e livros. É o caso das princesas Tiana, Moana e Merida. De repente, podíamos ter crianças ruivas, morenas, de cabelo crespo, cacheado e de jeito mais “moleca” no papel de princesas, mulheres fortes e que vão atrás do que querem.

Poucos são aqueles que percebem que existe algo além das aparências nos contos de fadas. Existe uma grande e significativa lição de moral a ser passada para as nossas crianças.

O que é certo para você, pode não ser pra mim. Um erro seu pode ser meu acerto. Não existe verdade absoluta, e sim o que funciona pra cada pessoa e o que a faz feliz. Nem tudo é o que parece… Mas ainda pode ser lindo.

Menos rótulos, mais diversidade. Menos ódio, mais amor.

Formada em Nutrição, divide o tempo de trabalho entre a clínica, alimentação escolar e fotografia! É mãe de um super herói, blogueira desde a adolescência, meio nerd, adora música, moda, séries e filmes.

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