dentinhos

Oi, meninas!!

Último post com deste ano.  E com as comemorações de natal e ano novo vem muitos cumprimentos. Mas, já repararam que tem pessoas que querem cumprimentar seus pequenos como se saudassem os adultos? Beijos molhados nos rostos, marcados de batom e até selinhos na boquinha indefesa deles. Aí que raiva!!! AAArrgghh.

As pessoas têm que perceber que crianças não podem beijar na boca. Que tal um beijinho na cabeça, nas mãos? Mas, na boca, isso não existe, nem a própria mãe pode fazer isso, imagine as outras pessoas da família.

Um dos piores erros das pessoas é quererem compartilhar a sua saliva com crianças. Nojento né!? Eu também acho, mas já vi algumas pessoas da minha família comer e dividir o talher com a minha pequena. Eu piro na hora! Quer compartilhar a comida, tudo bem, mas separe um talher para ela ou dê primeiro a ela e depois coma. Não compartilhe talher com minha filha, por favor.

Segundo estudos, muitos problemas podem ocorrer com esse ato, desde caries, problemas de gengiva, até meningite.

Muitos não sabem, mas os pais podem transmitir bactérias prejudiciais ao bebê. Para que isso não ocorra, os pais não devem compartilhar copos, talheres, escovas de dente ou ter contato próximo à boca do filho. “Essas atitudes evitam a transmissão precoce de bactérias cariogênicas ou de patógenos periodontais, consequentemente , diminuindo o risco do desenvolvimento dessas doenças no futuro.”, destaca a mestre em Cariologia pela UNICAMP. (cc Guia de Mulher)

As pessoas deviam ter um mínimo de senso e não colocar na boca de uma criança o que colocaram na sua. Os pequenos não têm a imunidades que nós temos e ainda por cima estão, pela primeira vez em contato com alguns germes e bactérias, o que pode ser desastroso.

maroca

Eu já fico de olho, selinho só se for em mim e dividir o talher só se for com o cachorro da casa porque nem eu quero. (risos).

Assistente social formada pela UFPB, ama sua profissão, mas tem outras paixões e escrever é uma delas. Por isso, cursou Letras até o sétimo período, mas parou quando Maria Paula nasceu e se viu renascendo como gente, como ser vivente. É casada, trabalha, estuda e é mãe apaixonada. Ama poemizar a vida, transformar sentimentos em palavras e é melhor escrevendo que falando.

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