maroca com bonecas

Olá, meninas!!! Feliz post e ano novo!!

Tenho aprendido muito por aqui e confesso que depois que passei a contribuir com o blog Mãe do Ano, tenho me tornado mais observadora e estudando mais sobre desenvolvimento infantil e outras coisas que surgem no dia-a-dia de uma mãe de filho pequeno. Agradeço a todas e todos que leem sempre ou já leram pelo menos um dos post’s do Cotidiano Materno.

Vamos lá! Como muitos sabem tenho uma menininha( na verdade ela me tem), de 2 anos e 10 meses, Maria Paula, que chamo sempre de Maroca, sei que daqui a um tempo ela vai questionar o apelido, mas, por enquanto, vou usando. Espero para antes da fase escolar, se isso a incomodar, claro. Mas bem, essa moçinha é filha única, pelo menos até o momento, e está numa fase de bater altos papos sozinha. Resultado: mamãe vai ler um pouco para entender o porquê.

 Os pequenos nessa idade estão mais abertos a socialização. Já compreendem pequenas delicadezas, como: dividir um lanche, emprestar um brinquedo, esperar para usar um brinquedo que está sendo usado por outra criança. Falar sozinho faz parte dessa fase, até porque nem sempre os pais estão com tempo para sentar do lado do pequeno e compartilhar de suas brincadeiras. Ele dá voz aos bonecos, bonecas, bichos de pelúcia, ou seja, criaturas inanimadas ganham vida e voz para os pequenos. Criam diálogos, estorinhas, situações, ambientes. A imaginação é bem fértil nessa fase entre os 2 e meio e 3 anos até cerca de 6 anos.

amigo imaginario

Pode ser fácil também a chegada do amigo imaginário. Eu nunca tive um amigo imaginário até porque não era uma criança sozinha, tinha muitos irmãos para brincar, mas algumas crianças sozinhas podem criar o seu. Segundo o site BabyCenter “Se seu filho tem um amigo tem amigo imaginário, isso significa que ele é uma criança criativa. Alias, crianças muito inteligentes tendem a ter amigos imaginários. O  fenômeno também é mais comum com os primeiros filhos, que têm menos companhia.

As crianças também usam o artifício do amigo imaginário para aprender melhor os conceitos de certo e errado. É por isso, que o amigo invisível, às vezes, leva a culpa pelas “artes” que ela faz: “Não fui eu que quebrei a boneca, foi o Marcelinho!”.

Quando esse tipo de coisa acontecer, resista à tentação de dizer: “Que Marcelinho nada, você sabe que ele está só a sua imaginação!”.  Só explique que não é legal quebrar o brinquedo, que é preciso dar valor às coisas, sem entrar no mérito do culpado. Pode ser que ele até resolva dar uma bronca no Marcelinho, o que só mostra que ele aprendeu a lição.

O ideal é não dar muita bola para a história. Por um lado, não negue a existência do amigo imaginário, mas por outro não entre na dança, fingindo enxergar o amigo ou conversando com ele. O que pode acontecer se você incorporar o amigo imaginário à vida criança é que ele vai “existir” por bem mais tempo.

Esse tipo de comportamento vai embora sozinho com o tempo. Fique tranquila e deixe seu filho aproveitar a companhia do “amigo”. È uma fase comum da infância que logo vai acabar. Uma ideia é registrar a história num caderno de recordações, por exemplo. No futuro talvez ele ache legal saber qual o nome do amigo imaginário de quando era pequenininho”.

Então se tiverem passando por isso, como eu. Relaxem, aproveitem para tirar o melhor. Como muitas coisas que acontecem nessa idade: é uma fase!!

Assistente social formada pela UFPB, ama sua profissão, mas tem outras paixões e escrever é uma delas. Por isso, cursou Letras até o sétimo período, mas parou quando Maria Paula nasceu e se viu renascendo como gente, como ser vivente. É casada, trabalha, estuda e é mãe apaixonada. Ama poemizar a vida, transformar sentimentos em palavras e é melhor escrevendo que falando.

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