Diet

Nunca fui do tipo “a Atleta”; sempre preferi uma caminhada despreocupada na praia do que ir para a calçadinha correr. Mesmo quando estudava na escola, nunca gostei nem da aula de educação física, na verdade fugia da aula (rs).

Cresci numa casa onde meus pais eram obesos, meu irmão chegou a ter pressão arterial super alta e sobrepeso aos 17 anos. Mesmo assim, nunca me preocupei com minha alimentação nem com meu peso até ser mãe.

Quando soube que estava grávida, cortei alguns alimentos que sabia que não iam fazer bem ao bebê. Mesmo comendo melhor, passei dos 52kg no início da gravidez aos 65,4kg (no dia do parto).

Nos meses seguintes após o nascimento de Gabriel, perdi 14kg. Estava como corpo ótimo. Peitões de amamentação e calça 38. Uma maravilha! Porém, parei de amamentar! Aos poucos comecei a engordar de novo e dessa vez não tinha nenhum bebê para “culpar”.

Meu marido sempre me incentivou muito a fazer alguma atividade física, porém, a reposta era sempre a mesma: Não tenho tempo para isso!

Até que, ao subir numa balança, vi marcar 68kg. Geeeeente, como assim???? Tenho 1,59cm de altura! Mas não foi só o susto da balança! Estava me sentindo cansada, estressada, sem disposição para absolutamente nada! Chegava em casa do trabalho e só queria dormir. Também vi meu manequim passar do 38 para o 42 num piscar de olhos.

Minha mãe sempre me alertava: “Ivy, tu estais engordando…Tem cuidado! Veja como eu e seu pai sofremos.” – Eles fizeram redução de estômago recentemente. Ficava bem chateada com essa “cobrança”.

Não era só ela que me “enchia” para me cuidar; Marcello – meu marido –  sempre me falava que precisava me cuidar. E claro, falava sempre a célebre frase “Você tem que gostar de mim como eu sou”. Mas será que eu estava gostando de mim mesma daquele jeito?

Após 3 anos sem fazer exames de taxas sanguíneas, fui a médica e ela pediu um check-up total. Surprise, surprise! Minhas taxas estavam o pesadelo!

Exames em agosto de 2013
Exames em agosto de 2013

Desesperada, resolvi procurar uma nutricionista. Odiei a criatura! Me receitou 900 reais de remédio, para um tratamento de 3 meses. Eu me recusei a gastar isso tudo me entupindo de remédios, que depois só iriam me prejudicar ainda mais a longo prazo.

Então, resolvi agir meio que por conta própria (não recomendo, tá?)  Procurei ver o que fazia,  e mais ainda, o que não fazia para estar naquela situação.

Cortei fritura (apesar de não ser muito fã mesmo), refrigerante apenas quando não tem jeito mesmo (mas sempre tem jeito, né?), diminui a ingestão de pães, bolos, macarrão, pizza, ou seja carboidratos durante o dia. Isso no início, os primeiros meses. Atualmente eu cortei a ingestão deles após as 18h.

Outra medida que tomei foi me matricular numa academia. Mas, calma! Eu também odeio malhar. No entanto, descobri que a academia tem outras atividades fora “puxar ferro”. E gente, estou amando!

Ao longo desse mês vou postar a cada segunda feira, um resumo das minhas atividades na semana. Quais exercícios faço e quais as pequenas mudanças no meu dia a dia, que me fizeram entrar novamente em uma roupa 38 em 6 meses, e o mais importante com pique! Nada de passar fome e desmaiar!

Contribuição do leitor.
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