Somente no último ano, um único programa bilíngue do País passou a ter cerca de 8 mil estudantes a mais utilizando seu sistema de ensino

Saber falar inglês é cada vez mais essencial na formação das crianças diante do mundo globalizado. Ter acesso a uma infinidade de conhecimentos e se tornar um cidadão pluricultural traz diversos benefícios para quem tem essa oportunidade e estudos comprovam que quanto mais cedo, mais fácil fica o aprendizado. Por isso, a procura por escolas bilíngues vem crescendo no Brasil.

“Atualmente, são poucas as escolas no País que oferecem um ensino de qualidade que não procuram uma maneira diferenciada e relevante de ensinar inglês para seus alunos”, comenta Rone Costa, gerente de desenvolvimento do primeiro programa de educação bilingue do Brasil, o Systemic Bilingual.

Somente no Systemic, mesmo em um cenário econômico não muito favorável, o crescimento do número de escolas que utilizam o programa foi de quase 63% em 2016. Hoje, o programa está presente em 60 escolas em 18 estados brasileiros, levando educação bilíngue a mais de 12 mil alunos.

No Brasil não existe uma regulamentação que defina exatamente o que é uma escola bilingue. Hoje somente as escolas para surdos, as escolas de fronteiras e as escolas indígenas são consideradas bilíngues segundo o MEC (Ministério da Educação), mas, segundo especialistas, é preciso que pelo menos 50% do currículo seja desenvolvido na língua estrangeira, além de atividades lúdicas.

Uma das principais características de uma escola bilíngue é que a criança não tem apenas aulas de inglês, mas também outras disciplinas na língua estrangeira. A proposta pedagógica desses programas é justamente que o inglês seja utilizado como meio de instrução para ensinar conteúdo de outras matérias, como matemática, estudos sociais, ciências, artes, educação física e culinária. Durante o decorrer das aulas, conteúdo e língua são trabalhados de maneira integrada, norteados pelo princípio de estimular a expressão livre do aluno. Desta forma, com o uso e construção natural do idioma, o aluno adquire de forma subconsciente a segunda língua.

Mãe de Aécio e esposa de Renato, publicitária, especialista em Criação Visual e Multimídia, trabalha com marketing e comunicação e, além do Mãe do Ano, é responsável pelo Roteiro Baby JP, que divulga a programação infantil de João Pessoa, é presidente da Associação das Mulheres empreendedoras da Paraíba, tem uma banda de músicas infantis – a Catavento Colorido – e desenvolve atividades para crianças através da Colmeia Projetos Criativos.

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